Em Santa Maria de Itabira, moradores do bairro Vila Marília Costa enfrentam a escassez de água, dependendo de caminhões-pipa da Copasa para suprir as necessidades básicas. A situação, que se agrava nos finais de semana, tem gerado revolta entre as famílias, que estão há dias sem água para cozinhar, limpar ou garantir a higiene pessoal. A população questiona a continuidade do pagamento da conta de água sem o serviço essencial.

O drama da falta de água se arrasta há anos na cidade, com a situação piorando constantemente. A distribuição por caminhões-pipa, quando ocorre, não tem atendido todas as residências, e há questionamentos sobre a qualidade da água fornecida. A prefeitura e os vereadores locais têm cobrado a concessionária, mas a responsabilidade legal e operacional pela regularização do abastecimento é da Copasa.

A comunidade exige soluções definitivas e um cronograma de obras claro para resolver o problema, que afeta diretamente a dignidade, saúde e bem-estar dos cidadãos. Medidas paliativas e justificativas vazias não são mais aceitas diante da persistência do descaso. Água tratada é um serviço público essencial e um direito básico da população.

A concessionária precisa agir com urgência, apresentando um plano concreto para acabar com o sofrimento dos moradores de Santa Maria de Itabira. A falta de abastecimento regular compromete a qualidade de vida e a saúde pública, exigindo uma resposta efetiva e imediata da Copasa.

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