Um casal residente em Juiz de Fora enfrentou um longo caminho judicial após ter o desejo de nomear a filha como Mariana Leão recusado em um cartório local. O nome, escolhido como uma expressa homenagem ao Papa Leão XIV e como reflexo da fé católica da família, gerou resistência inicial do oficial de registro, que argumentou que o sobrenome poderia expor a criança ao ridículo, alegando ainda que "Leão" não seria um nome próprio ou feminino, e por ter associação com um animal. O nascimento da menina ocorreu em 20 de agosto, mas a saga pelo registro oficial só foi concluída no dia 20 de outubro, quando a bebê completou dois meses de vida, após intervenção da Justiça. A mãe da criança explicou que a composição do nome começa com "Mariana", significando "cheia de graça", um termo que se alinha com o ano jubilar da Igreja Católica, e que a homenagem ao pontífice foi uma escolha natural entre as opções consideradas.

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