Um homem de 33 anos, identificado como Amós França da Silva, foi brutalmente assassinado a tiros na manhã desta segunda-feira, dia 20, dentro de uma marmoraria localizada no distrito de Ocidente, na zona rural de Mutum. A vítima estava trabalhando no estabelecimento quando foi surpreendida pelo atirador. Após cometer o crime, o suspeito fugiu a pé do local e, até o momento, não foi identificado.

A Polícia Militar foi acionada para atender à ocorrência de homicídio consumado. Ao chegarem à marmoraria, os agentes encontraram Amós França da Silva já sem vida, caído dentro do comércio. A perícia técnica, realizada no local, constatou que a vítima foi atingida por múltiplos disparos de arma de fogo, sendo identificadas pelo menos quatro perfurações no corpo, localizadas na nuca, nas costas e em um dos braços.

A esposa de Amós, que presenciou a cena trágica, relatou às autoridades que o agressor chamou seu marido pelo apelido antes de efetuar os disparos. Apesar da tentativa de correr, Amós caiu dentro da marmoraria após ser baleado. Uma vizinha, residente em frente ao local do crime, também ouviu o barulho dos tiros e, ao observar pela janela, viu um homem seguindo por uma rua próxima. No entanto, a descrição do suspeito não pôde ser detalhada pela polícia.

A área foi imediatamente isolada para que os procedimentos periciais fossem realizados. A Polícia Militar conduziu buscas na região e procurou por imagens de câmeras de segurança nas proximidades, mas, até o registro da ocorrência, não foram encontradas gravações que pudessem auxiliar na identificação do autor. O aparelho celular da vítima foi apreendido e será submetido a análise para contribuir com as investigações. Posteriormente, o corpo de Amós França da Silva foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) de Manhuaçu.

No boletim de ocorrência, a Polícia Militar registrou a causa presumida do assassinato como "vingança". O documento também revela que Amós havia sido anteriormente apontado como suspeito em outro caso de homicídio ocorrido em Mutum, em março deste ano. Contudo, ele foi liberado na ocasião devido à ausência de provas. A investigação do caso agora está sob responsabilidade da Polícia Civil, para quem a ocorrência foi devidamente encaminhada.