Em 21 de julho de 2026, moradores do bairro Padre Eustáquio, localizado na região Noroeste de Belo Horizonte, manifestaram intensa indignação frente à queima recorrente de fios de cobre e ao descarte irregular de resíduos. Tais ocorrências concentram-se às margens da Via Expressa e da Avenida Tereza Cristina, impactando diretamente a rotina e a saúde dos residentes da área.

Os focos de incêndio, que se tornaram uma constante no local, são atribuídos a pessoas em situação de rua. A prática de queimar materiais, especialmente fios de cobre, contribui significativamente para a deterioração da qualidade do ar. Essa condição é agravada por outras formas de descarte inadequado de lixo, criando um ambiente prejudicial para a comunidade.

A gravidade da situação é sentida diariamente pelos moradores. Uma residente antiga da região descreveu o cenário como "muito difícil", observando que "Com o clima seco, a situação piora". A fumaça gerada pelos incêndios é um problema persistente, com outro morador lamentando: "Não conseguimos deixar a casa arejada porque essa fumaça entra".

Diante do cenário, a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) comunicou a implementação de ações na área afetada. Contudo, a população local contesta a eficácia dessas medidas, alegando que as iniciativas não foram suficientes para resolver o problema de forma definitiva e que a fumaça e o descarte inadequado continuam a assolar o bairro.

Vídeo original por Balanço Geral MG.