O município de Galileia, localizado na mesorregião do Rio Doce, em Minas Gerais, foi destaque em uma reportagem publicada originalmente em 02 de outubro de 2025, que explorava seu perfil como um local atrativo para visitantes, moradores e investidores. Naquele registro, a cidade era apresentada por suas ruas, rodovias de acesso e visões panorâmicas, acompanhadas de detalhes históricos, dados geográficos e econômicos que desenhavam um panorama completo da região.

O acesso principal a Galileia se dá pela rodovia BR-259, conectando-a entre Conselheiro Pena e Governador Valadares, e está a 378 quilômetros da capital mineira, Belo Horizonte. A história da cidade remonta a 1920, com a chegada dos pioneiros José Pereira Sete e Antônio Alves da Rocha. Eles se estabeleceram na vasta área, explorando a abundante madeira e os recursos hídricos para construir as primeiras moradias e iniciar as lavouras. A iniciativa de José Pereira, que doou terras para o estabelecimento de um povoado, atraiu famílias em busca de trabalho nas fazendas e o comércio incipiente, que cresceu para atender tanto os fazendeiros quanto os tropeiros que cruzavam a região.

Inicialmente nomeado São Tomé, o povoado pertencia a Itambacuri e, posteriormente, a Conselheiro Pena. Um marco decisivo para seu desenvolvimento foi o projeto da Estrada de Ferro Vitória-Minas (EFVM), que atravessaria a localidade, impulsionando seu crescimento. Em 1938, São Tomé foi elevado a distrito de Conselheiro Pena, e a inauguração da estação da EFVM em 1939 solidificou sua expansão. O distrito teve seu nome alterado para Moscovita em 1943 e, finalmente, em 27 de dezembro de 1948, conquistou sua emancipação, tornando-se o município de Galileia.

Em maio de 2025, conforme os dados da época, Galileia possuía uma população de aproximadamente 6.817 habitantes, distribuídos em uma área territorial de 720,355 km², a uma altitude de 582 metros. A cidade é banhada pelo Rio Doce e seus afluentes, que integram a bacia do Rio Doce. Além da sede, o município compreende os distritos de Santa Cruz de Galileia e Sapucaia do Norte, fazendo divisa com Central de Minas, São Geraldo do Baixio, Conselheiro Pena, Tumiritinga, Governador Valadares e Divino das Laranjeiras. Sua economia se baseia na agropecuária e na prestação de serviços, beneficiada pela localização estratégica na rodovia que liga Minas Gerais ao Espírito Santo, o que fomenta os setores de comércio e indústria. A cidade dispõe de infraestrutura em saúde, educação e lazer. É relevante mencionar que, embora tenha sido afetada pelo rompimento da barragem de Mariana em 2015, sofrendo prejuízos ambientais, materiais e morais, a comunidade já havia superado grande parte desses desafios até 2025.

O acolhimento de seu povo e suas belezas naturais tornam Galileia um destino agradável. A agenda de festas populares, eventos culturais, esportivos e celebrações religiosas, com suas tradicionais barraquinhas de artesanato, comidas regionais e shows, adicionam ainda mais motivos para visitar, morar ou investir na cidade.

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Vídeo original por Naeco.