Em um registro histórico do Portal Minas, datado de 15 de janeiro de 2026, a Polícia Civil de Minas Gerais estava à frente de uma investigação complexa. O foco era uma quadrilha com fortes indícios de ter acessado indevidamente o Sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com o objetivo de perpetrar fraudes. A apuração delineava um cenário de manipulação digital com sérias consequências legais no âmbito judicial.

Os desdobramentos da operação incluíram a detenção de dois indivíduos, identificados como hackers, em 14 de janeiro de 2026. A dupla era suspeita de ter forjado alvarás de soltura por meio do sistema comprometido. Essas prisões foram um ponto crucial na investigação que buscava desmantelar a rede criminosa que atuava no estado.

No total, doze pessoas foram capturadas pelas forças policiais por suspeita de envolvimento direto nas fraudes que visavam o CNJ. A ação policial buscava interromper a atuação do grupo, que utilizava o acesso ilícito a senhas para subverter os procedimentos judiciais e obter vantagens indevidas.

Ainda que os agentes envolvidos na investigação tivessem considerado que o esquema específico em Minas Gerais havia sido desmantelado, os levantamentos indicavam uma realidade preocupante. As apurações revelavam que crimes de natureza similar continuavam sendo praticados em outras localidades, demonstrando a persistência dessa modalidade de fraude cibernética em um contexto mais amplo.

Vídeo original por Jornal da Record.