O segundo uniforme da Seleção Brasileira, que será utilizado na Copa do Mundo de 2026, tornou-se objeto de intensos debates e discussões nas plataformas digitais. A polêmica teve início após internautas observarem uma suposta semelhança da estampa frontal da camisa azul com figuras como um "capeta" ou Baphomet, gerando ampla repercussão.

Essa interpretação visual ganhou significativa projeção e força entre o público, impulsionada pela difusão de imagens ampliadas do tecido em diversas redes. A situação desencadeou calorosos debates entre torcedores e entusiastas do futebol ao longo do torneio, marcando um dos pontos de discórdia fora dos campos.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e a Nike, fabricantes do material esportivo, emitiram esclarecimentos sobre o design. Ambas as entidades afirmaram categoricamente que o desenho não possui nenhuma ligação com símbolos religiosos, e sua inspiração foi integralmente extraída da diversidade da fauna brasileira. A estampa, segundo os envolvidos, faz referência a elementos visuais do sapo-flecha venenoso, da onça-pintada e da sucuri.

Especialistas no campo da psicologia apontam que a associação visual feita por parte do público pode ser explicada pelo fenômeno da pareidolia. Este efeito psicológico é caracterizado pela tendência natural do cérebro humano em identificar padrões familiares, como rostos ou figuras reconhecíveis, em arranjos abstratos ou aleatórios.