O governo de Cuba confirmou oficialmente a morte de trinta e dois militares da ilha durante a operação das forças dos Estados Unidos que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro em território venezuelano. Segundo o comunicado oficial divulgado em rede nacional, as vítimas eram integrantes das Forças Armadas Revolucionárias e do Ministério do Interior. Os militares cumpriam missões estratégicas no país vizinho por meio de acordos de cooperação entre as duas nações.
A administração cubana classificou a ação militar como um ataque direto e ressaltou que os combatentes ofereceram resistência antes de serem atingidos durante os bombardeios e confrontos diretos em instalações oficiais. Em resposta ao ocorrido, o governo da ilha decretou dois dias de luto nacional em homenagem aos mortos. O presidente Miguel Díaz-Canel utilizou canais oficiais para exaltar a atuação dos oficiais, descrevendo o episódio como um momento de confronto contra forças estrangeiras.
Enquanto Cuba organiza homenagens fúnebres aos seus combatentes, o cenário político na região permanece sob extrema tensão. Nicolás Maduro, que foi retirado da Venezuela junto com sua esposa, deve ser apresentado a um juiz em Nova York para responder a acusações de tráfico de drogas e terrorismo. A operação internacional altera profundamente as relações diplomáticas no continente e coloca em alerta os aliados da gestão venezuelana que mantinham presença militar e técnica no país.
