Paolo Zampolli, que atua como enviado especial de Donald Trump, tornou-se o centro de uma significativa controvérsia. As polêmicas declarações foram proferidas em uma entrevista concedida à emissora italiana RAI, onde Zampolli emitiu comentários considerados ofensivos sobre mulheres brasileiras. Abordando seu relacionamento com a ex-esposa, Amanda Ungaro, ele afirmou categoricamente que "mulheres brasileiras causam confusão com todo mundo".

Zampolli, que também é conselheiro, não se limitou a uma observação isolada, sugerindo que o comportamento seria um traço cultural enraizado. Segundo suas palavras, "Os brasileiros assistem a novelas e são todos um pouco assim", em uma generalização sobre o perfil da população e seus hábitos.

Atualmente, a relação entre Paolo Zampolli e Amanda Ungaro, que teve início em 2002, se desenrola nos tribunais dos Estados Unidos. O ex-casal está engajado em uma intensa disputa judicial pela guarda do filho, que hoje conta com 15 anos de idade.

Amanda Ungaro, por sua vez, atribui o término de seu casamento a uma série de episódios de violência. Ela acusa o ex-marido de abuso e agressões durante o período em que estiveram juntos. No entanto, Paolo Zampolli nega veementemente todas as acusações apresentadas por Ungaro.

A complexidade da relação se estende a outros fatos, como a detenção de Amanda Ungaro por fraude e sua subsequente deportação, ocorrida em 2025. Sobre este evento, Zampolli assegura que não teve qualquer participação no processo que levou à deportação da brasileira.