O Bolsa Família exige em 2026 que o Cadastro Único esteja devidamente atualizado e que todas as regras de permanência sejam rigorosamente cumpridas para evitar bloqueios no pagamento. Para milhões de lares no Brasil, o recurso é considerado indispensável para o sustento mensal, mas o sistema de fiscalização tornou-se mais rigoroso ao conectar dados de saúde e educação em tempo real para verificar os requisitos.
A seleção dos beneficiários continua focada em famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza, utilizando a renda por pessoa como critério central, além da priorização de lares com crianças, gestantes e nutrizes. A entrada no programa depende do registro no Cadastro Único, onde sistemas automatizados cruzam as informações enviadas pelos municípios com bases de dados federais para monitoramento contínuo.
O cancelamento ou suspensão do auxílio ocorre automaticamente quando são identificadas inconsistências graves, como frequência escolar baixa de crianças e adolescentes ou cadastro desatualizado há mais de 24 meses. Outros motivos frequentes para a interrupção do benefício incluem o aumento da renda familiar acima do limite permitido e falhas no acompanhamento de saúde, como o descumprimento do calendário de vacinação ou a ausência na pesagem periódica.
