A madrugada de domingo (28) em Itabira foi palco de um assassinato a tiros, resultando na morte de Rodrigo Caetano de Oliveira, conhecido como "Rodriguinho". O crime ocorreu na Rua João Camilo de Oliveira Torres, no bairro Vila São Geraldo, nas imediações do campo do Grêmio.

Informações levantadas indicam que os primeiros disparos teriam começado na Avenida Osório Sampaio, próximo à residência da vítima. Mesmo atingido, Rodrigo Caetano empreendeu fuga, correndo por diversas ruas do bairro em uma tentativa de escapar do atirador, que o perseguiu.

Em um esforço desesperado para sobreviver, ele invadiu a varanda de uma casa no exato instante em que um morador saía do imóvel. Já ferido e perdendo grande quantidade de sangue, "Rodriguinho" buscou refúgio e socorro, mas colapsou no interior da varanda antes que as equipes de resgate pudessem chegar.

Moradores do local acionaram prontamente a Polícia Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Apesar das manobras de reanimação realizadas pelos socorristas por vários minutos, Rodrigo Caetano não resistiu aos graves ferimentos, tendo seu óbito constatado no próprio local do ocorrido.

Viaturas da Polícia Militar isolaram a área para preservar a cena do crime, enquanto as equipes policiais iniciaram as buscas pelo autor dos disparos, sem que, até o momento, nenhum suspeito tenha sido detido. Rumores e informações preliminares sugerem uma possível ligação do homicídio com o tráfico de drogas na região. Contudo, essa hipótese ainda será objeto de apuração pelas autoridades e não possui confirmação oficial.

A perícia técnica da Polícia Civil compareceu ao local, executou os trabalhos necessários e, após a finalização dos procedimentos, autorizou a remoção do corpo pela funerária de plantão para o Posto Médico-Legal (PML), localizado no Cemitério da Paz. O caso está sob investigação da Polícia Civil, que trabalhará para esclarecer a autoria, a motivação e todas as circunstâncias que cercam o crime. A população pode colaborar com a investigação, repassando informações de forma anônima pelos telefones 181 (Disque Denúncia) ou 190 (Polícia Militar), com garantia de sigilo.