Uma operação militar de alta tecnologia para capturar o líder venezuelano Nicolás Maduro utilizou uma suposta arma sônica que deixou soldados incapacitados com sintomas graves. Testemunhas relataram que as forças envolvidas utilizaram uma onda sonora de intensidade extrema que causou sangramentos nasais e vômitos de sangue nos combatentes atingidos, impedindo qualquer tentativa de reação ou movimentação física no campo de batalha.
O relato detalha que, antes do ataque, sistemas de radar foram desligados sem explicação, seguidos pelo surgimento de drones e um pequeno grupo de helicópteros transportando soldados equipados com armamentos desconhecidos. De acordo com os depoimentos, a tecnologia empregada era muito avançada e operava com uma precisão que superava as armas de fogo convencionais, transformando o confronto em um cenário de incapacitação total das tropas locais.
As vítimas da nova arma descreveram a sensação de que a cabeça iria explodir por dentro no momento em que a onda sonora foi lançada. Os efeitos imediatos impediram que os soldados sequer ficassem de pé, evidenciando o uso de armamentos tecnológicos de última geração durante a incursão. O episódio gerou grande repercussão após a divulgação de relatos sobre a eficácia e o impacto devastador desse tipo de equipamento em operações de campo.
